quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Operário será Campeão – dizem internautas

Ontem, dia 18 uma enquete feita no site da Federação Paranaense de Futebol com a pergunta: “Quem será o Campeão?” apontou o Fantasma como o favorito ao título, o time dos Campos Gerais ficou em 1° lugar com 21% dos votos, logo atrás o Paraná, o Coritiba e o Atlético, respectivamente com 19%, 18% e 13%. Quem ficou segurando as lanternas foram o Cianorte e o Corinthians Paranaense.

Tomara que eles estejam certos

Operário ensaia discurso de recuperação pós-revés

Operário tenta se reeguer

REEGUER Depois de perder em casa para o Coritiba, Operário agora busca recuperar pontos fora de casa

Não tem nada perdido, ainda tem tempo de recuperar, agora é busca pontos fora de casa. No apanhado geral, esses foram os termos adotados pelo Operário para a segunda rodada do Campeonato Paranaense.

Mal teve tempo de assimilar a derrota para o Coritiba – por 1 a 0, no domingo, no Germano Krüger – o time alvinegro já tem em vista o segundo compromisso pelo estadual, desta vez, fora de casa. A equipe ponta-grossense irá até Cascavel, para encarar amanhã outra equipe que estrou com derrota – 2 a 1 para o Paranavaí – no Paranaense.

Após a derrota para o Coritiba, Hamilton Oliveira tentou minimizar o mau começo no Estadual e já apontando para o jogo de amanhã no Estádio Olímpico. A palavra de ordem em Vila Oficinas é recuperação, mesmo longe da torcida. “Não tem desespero, nada está perdido. Temos um jogo quarta-feira e vamos tentar a recuperação fora de casa”, pregou o treinador, na entrevista coletiva após a partida diante o Coritiba.

Na análise do técnico, para o jogo de amanhã, a equipe terá de corrigir problemas, principalmente no ataque,que poucos riscos ofereceu à defesa do Coritiba. “Tivemos problemas nas finalizações, temos que trabalhar melhor isso, essa chegada do meio campo junto aos atacantes”, diagnosticou.

O pouco tempo para recuperação e aprimoramento do time, é o principal empecilho de Oliveira, que deverá ter apenas um treino antes de embarcar para a longa viagem até o o este do estado. Expectativas também em torno do registro de mais jogadores do Operário, já que Mateus, atacante, e André, zagueiro, ambos titulares em potencial, não jogaram no domingo por conta de seus registros emperrados.

A derrota na estreia foi quase uma repetição do penúltimo encontro entre as duas equipes, no ano passado. Se em 2010 o Germano Krüger abrigou Operário e Coritiba – que assim como no último domingo também foi exibido pela TV aberta – com um público de 7821 pagantes, o jogo do último domingo reuniu um público semelhante, 7725 pagantes, 8002 público total, com a segunda melhor bilheteria da rodada.

E tal qual no ano passado, quando o time ponta-grossense incomodou o alviverde, o gol dos adversários foi marcado por Marcos Aurélio. Do time que Amilton Oliveira levou à campo no domingo, três estavam na derrota do ano passado: o lateral Lisa, o volante Serginho Paulista e o meia Serginho Catarinense.

RESULTADOS DA 1ª RODADA
    Atlético-PR    1    x    2    Arapongas
    Operário    0    x    1    Coritiba
    Roma    3    x    1    Rio Branco
    Cianorte    0    x    1    Iraty
    Paranavaí    2    x    1    Cascavel
    Paraná Clube    1    x    3    Corinthians-PR

Por Jeferson Augusto - diariodoscampos.com.br

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Imagens do jogo de Domingo contra o Coxa

Clique nas imagens para ampliar ; )
     Acompanhe mais fotos clicando no link abaixo:

Público/Renda contra o Coritiba.

Com orgulho anuncio aqui que a renda foi de R$ 128.340,00 com um Público pagante de 7.025. Foram 8002 pessoas no estádio no jogo do dia 16 prestigiar o time de Vila Oficinas. Parabéns a toda a Torcida que mesmo com o jogo sendo transmitido ao vivo pela RPC não deixou de ir ao estádio. Torcida TTF

domingo, 16 de janeiro de 2011

Operario 0 x 1 Coritiba

  • Como foi o jogo...
Bom como vou começar..., simplismente um jogo ridículo, deprimente, lamentável, tosco, sem nenhuma técnica, com o Coritiba dominando a partir de que fez o seu gol, com jogadores do fantasma mal preparados fisicamente, com o goleiro Ivan "salvando" nosso gol VARIAS vezes, e no fim, como todos estavam esperando, uma briga com direito a muitas pedras e uma janela da torcida IAV quebrada, muita polícia atirando balas de borracha na saida das torcidas, e uma saída completamente RIDÍCULA, a torcida do fantasma deveria esperar 15 minutos para que os visitantes saissem do estadio e irem embora, (completamente ao contrario do normal onde as torcidas da casa saem antes e a torcida adversária é segurada do estádio).

O Operário até começou bem, jogando pelas laterais, com agilidade e organização, todos no estádio ficaram iludidos com o começo, quando Marcos Aurélio recebeu passe na frente da área, dominou e bateu de primeira no cantinho do goleiro Ivan aos 8 min do primeiro tempo, a partir daí só deu Coritiba. Muitos gols perdidos pela parte do Coritiba onde no seu primeiro ataque fizeram seu gol. Poderia ser brincando 4 a 0 para o time da capital, o fantasma tocava a bola sem perigo nenhum, sempre recuando a bola para os volantes ou intão para o próprio Ivan.

O tecnico do Operário NÃO SERVE PARA NOSSA EQUIPE, tirou o Hevandro que até estava indo bem e colocou o Budda, que não dominava a bola, não ia dividir, não chutava e só tocava a bola para trás.

Mesmo com todos esses fatos o Coritiba jogou mal, o time ainda não está no seu 100%, mostrando que o fantasma tem MUITO O QUE ARRUMAR, como eu ja falei perdeu muitas chances e o entrosamento ajudou a equipe da capital.

No fim da partida, com a torcida meio de "cabeça quente", começaram a provocar os coritibanos, jogando varias pedras enormes e tentando derrubar a grade que separa a torcida do fantasma, do acesso dos visitantes. Lá fora a confusão continuou, a policia apareceu em peso e não deixou muita coisa a mais acontecer, mas, quando a torcida do fantasma foi liberada para ir em direção da Avenida Viconde de Mauá, teve mais chuva de pedras por parte dos torcedores alvinegros, as pedras estavam ainda maiores, desta vez o alvo eram os onibus da IAV. uma delas acertou a janela do onibus que quebrou completamente, vi alguns torcedores da IAV pulando do onibus e a polícia novamente foi interferir, depois de uns 10 min a torcida do fantasma foi completamente liberada.
  • Destaque
Destaque da partida foi a presença do torcedor, foram 7.725 pagantes.
  • Minha opinião:
Mesmo sendo operariano, acho que nosso estádio deveria ser vetado pela FPF pelo seguinte fato, nenhuma segurança para ambas as torcidas, aquela grade divisória do acesso dos vistantes com uma pequena confusão vai abaixo, basta alguns chutes que ja era.

Deveria ser feito um isolamento ótico para que não se veja a torcida visitante chegar, e ao mesmo tempo acho vergonhoso ter que andar em MATO para acessar as arquibancadas, mesma coisa no acesso aos visitantes.

No mais, foi legal chigar e mandar tomarem no c*, ficamos tristes pela derrota mas o campeonato continua e que venha o Cascavel.

  • OPERÁRIO: Ivan (o único que honrrou a camisa alvinegra) ; Lisa, Vinícius, Allison e Gilson; Zé Leandro, Cambará, Serginho Paulista e Serginho Catarinense (Edson Grilo); Rilber (Osmar) e Hevandro (Budda)
Técnico: Amilton Oliveira

  • CORITIBA: Edson Bastos; Jéci, Emerson e Pereira; Jonas (William), Leandro Donizete, Léo Gago, Rafinha (Tcheco) e Eltinho; Marcos Aurélio (Bill) e Leonardo
Técnico: Marcelo Oliveira

A História contra o Coritiba

As equipes se enfrentaram em disputas de Campeonato Paranaense, Torneio Sul Brasileiro e Torneio de Verão. O primeiro encontro oficial foi no Paranaense de 1927, com vitória do Coxa por 3x2 em Ponta Grossa. Depois disso, as equipes voltaram a se encontrar somente em 1955 e foi o Operário quem venceu, por 3x1.
Após um longo tempo sem se enfrentar, desde 1993, os times se reencontraram em fevereiro do ano passado, o Coxa venceu no Germano Kruger por 1 a 0. Na segunda fase o Coxa voltou a vencer desta vez em Curitiba e por 2 a 0.
Dos 63 confrontos disputados até hoje, o Coritiba venceu 39, foram 12 empates e 12 vitórias do Fantasma. O Coxa marcou 136 gols e sofreu 79. Em Ponta Grossa, são 15 vitórias do Coxa, 5 empates e 8 vitórias do Operário.
As informações são do Grupo Helênicos, especializados na história do Coritiba.

 

Contra os grandes é complicado, mas espero que os números não se concretizem nesta tarde de Domingo em Vila Oficinas e depois no dia 06/03 em Curitiba

Ingressos

Como a maioria já deve imaginar, os preços dos ingressos para o Paranaense se mantiveram:

Inteira Superior R$ 50,00
Estudante Superior R$ 25,00
Inteira Arquibancada R$ 20,00
Estudante Arquibancada R$ 10,00

Minha opnião sobre os preços é que contra os grandes o preço é justo, mas pra falar bem a verdade, será que os torcedores que pagariam a superior contra o Atlético ou contra o Coritiba também teriam coragem de desenbolsar R$ 50,00 para ver um jogo contra o Cianorte ou o Rio Branco por exemplo. Acho que o preço está bom para a arquibancada, mas a superior está muito cara, poderia ser uns 30 ou 35 reais. Acho que somos a equipe que mais lucra com a torcida no interior do estado e no jogo contra o Coritiba ano passado, só da torcida o lucro foi de aproximadamente 100 mil reais com quase 6 mil torcedores no estádio, então porque não baixar os preços contra os pequenos e a torcida continuar comparecendo em todos os setores do estáfio??

Este ano estou desfalcado da carteirinha de estudante e acho que a superior, a que eu mais gostava, terá que ser esquecida por um tempo.

“Torneio paralelo” motiva oito equipes do Estadual

A Federação Paranaense de Fu­­tebol (FPF) quebrou o Esta­­dual em dois para tentar acabar com a mo­­notonia que acompanha a competição – e movimentar o deficitário futebol do interior. Há três anos tudo é igual por aqui. En­­quanto Atlé­­tico e Coritiba se en­­galfinham pelo título, o restante dos times volta para casa de mãos abanando, sem nem sequer ameaçar a supremacia dos gigantes do estado.

Rotina que será levemente mo­­dificada nesta temporada. Para motivar as oito equipes de fora de Curitiba, a FPF copiou de São Paulo a fórmula que premia o campeão do interior – já que, lá no topo da tabela, a dupla Atle­­tiba segue ostentando o rótulo de favoritíssima.

Funciona basicamente assim: os clubes com melhor campanha no somatório dos dois turnos, exceção a Atlético, Corinthians-PR, Coritiba e Pa­­ra­­ná, se enfrentam em dois jo­­gos para saber quem é o me­­lhor fora da capital. As partidas se­­rão nos dias 8 e 15 de maio, as mesmas datas da finalíssima.

Parece simples, mas há um as­­terisco. Se algum representante das cidades menores chegar à decisão de fato, o “duelo caipira” será jogado pelos dois times imediatamente seguintes na classificação.

O prêmio ao vencedor será de R$ 50 mil. O vice-campeão ficará com R$ 10 mil. “A esse valor ainda será acrescentada a arrecadação com a bilheteria. Sem dúvida é uma forma de motivá-los”, diz Amilton Stival, vice-presidente da FPF e idealizador da disputa extra.

Representantes da turma dos pequenos acrescentam ainda a vaga na Série D nacional, a ser disputada no segundo se­­mestre, e a possibilidade de jogar a Copa do Brasil em 2012, confirmando um calendário anual, como outros itens que ajudam a incrementar o campeonato paralelo – time da capital, o Co­­rinthians-PR briga por essas vagas apenas por meio da classificação final do campeonato.

“Pre­­ci­­samos ter humildade para reconhecer que os times de Curitiba são maiores e melhores. Sendo assim, é a chance de conseguirmos um título propriamente dito. É o que está ao nosso al­­can­­ce”, afirma Adir Kist, diretor de futebol do Cianorte. “Estamos treinando firme pa­­ra sermos o melhor do interior”, emenda o zagueiro Valdir, também do Leão do Vale do Ivaí.

No Rio Branco – que completa 100 anos em 2013 – o assunto é tratado internamente como a forma de presentear a fanática torcida de Paranaguá. “Enfim nos valorizaram”, co­­menta Alan All, diretor do clube. Raciocínio compartilhado em Ponta Grossa. “É só olhar a história para ver que poucas vezes o interior fi­­cou com o título”, diz Dorli Mi­­chels, gestor do Ope­­rário, motivado também com o fato de receber Atlético, Coritiba e Paraná no Germano Krüger e incrementar a arrecadação mensal.

Em 95 anos de Campeonato Pa­­ranaense, apenas Londrina (3), Grêmio Maringá (3), Monte Ale­­gre, de Telêmaco Borba (1), Co­­mercial, de Cornélio Pro­­cópio (1), Paranavaí (1), Cas­­ca­­vel (1) e Iraty (1, sem a participação dos grandes) conseguiram quebrar a hegemonia curitibana, o que reforça a utilidade da nova Liga B.

Fonte: Gazeta do Povo